Ser médium umbandista é, antes de tudo, compreender que a luz que brilha em nós não nos pertence. Esta luz não nasce do ego, nem se constrói pela vaidade, em verdade ela é reflexo da espiritualidade que nos atravessa e nos utiliza como instrumento de caridade.
Apropriar-se dessa luz como se fosse própria é permitir que o ego silencie o sagrado, interrompendo o fluxo do aprendizado e do desenvolvimento mediúnico.